O Nivaleta e o
Mouriva tiveram o mesmo problema ao mesmo tempo, em uma viagem que fizemos a
algum tempo.
Depois de algumas análises e limpezas, com troca do miolo da chave, automático
de partida e revisão nas escovas, descobri o seguinte:
O terra direto da bateria para um dos parafusos de fixação, com cabo de 25mm2,
pode ser o cabo terra do MB608, ajuda muito, conforme informado já na lista.
O conector que liga o +15, que vem do miolo de partia deve ser substituído por
um com conexão melhor, eu uso um elemento de uma barra sindal, para cabo de 2.5mm2.
Esse conector, com sujeira, barro e outros derivados, quando quente, causa uma
queda de tensão nos seus terminais, que pode ser medida facilmente, chega a ter
de um lado 12v e do outro 8v, uma queda de tensão de 2 volts em uma conexão é
muito, principalmente quando esse fio serve para acionar o automático de
partida.
No meu caso estou usando um conector melhor, com as pontas dos fios estanhadas.
Da teoria temos, que " Nos metais, o aumento na temperatura aumenta a vibração
dos átomos, isso aumenta a dificuldade que os eletrons livres encontram para
paddas por entre os átomos, diminuindo a sua mobilidade. Nesta condição a
resistividade do material almenta linerarmente com a temperatura." (Analise de
Circuitos em corrente contínua - Editora Érica - 1990 - 93 pág 45) junte a isso
a um pouquinho de barro e/ou sujeira e pronto, toca empurrar o Niva.
Eu montei um rele auxiliar de partida que pega os 12v direto da bateria e joga
no automático, isso ajuda em uma trilha e diminui o esforço do miolo de partida,
veja o esquema abaixo.

Uma revisão no motor de arranque, é aconselhavel.
Depois dessa substituição NUNCA mais tive problema de partida no Nivaleta,
quando quente ou depois de longas viagens, como era de costume.
Existem outros conectores que substitui, pois só serviam para dar mau contato.
José Julio
Niva - 91 - Nivaleta 1.7 GNV
JPX - 96 - Édizio -
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Execução da Adaptação :
José Julio